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Atividades em 2021-2022

   
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OS MEUS LIVROS

Com INÊS FRAGA e MARIA JUDITE DE CARVALHO

INÊS FRAGA, neta da grande escritora Maria Judite de Carvalho aceitou vir à nossa escola conversar connosco sobre a sua avó. Foi o que aconteceu em duas muito interessantes e calorosas sessões dirigidas aos alunos do 12º ano que estudam um conto de Maria Judite de Carvalho.  Partindo, justamente, desse conto, a conversa abriu-se à obra no seu conjunto e Inês Fraga, que é também especialista em Literatura e dona de um notável poder de comunicação, lançou pistas interpretativas interessantíssimas e criadoras de pontes com a vida da sua avó.

Depois a conversa fluiu, com alguns momentos que, delicadamente, nos aproximaram da grande escritora, de alguns traços biográficos auxiliadores e motivadores da leitura, houve perguntas e respostas, houve leitura e grande empatia.

Ainda houve tempo para referir, muito brevemente, o papel do marido e escritor Urbano Tavares Rodrigues no início do percurso literário de Maria Judite de Carvalho, bem como a herança passada à filha, Isabel Fraga, e às netas, Inês e Sofia Fraga, todas escritoras (ainda que Inês não se considere como tal). Foi distribuído a todos um número especial do boletim “A Páginas Tantas”, dedicado a Maria Judite de Carvalho, e criados dois painéis sobre a escritora, da autoria da professora Mª João Cortegaça.

Este foi, para todos, um momento inesquecível.

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PROIBIDO POR INCONVENIENTE

PROIBIDO POR INCONVENIENTE
Celebrar o 25 de Abril
 
“A exposição sobre a Censura que o ARQUIVO EPHEMERA realiza (…), à volta da data do 25 de Abril, tem uma intenção a que podemos chamar pedagógica, a de mostrar o que é a Liberdade, pela sua negação.”
 
A visita à Exposição “ Proibido por Inconveniente”, que fizemos com os alunos de 10º ano da professora Adélia Simas, começou pela receção inesperada feita pelo historiador, responsável pela criação do vastíssimo “Arquivo Ephemera”, do qual saíram todos os documentos inseridos na mostra patente no edifício do Diário de Notícias, entre 7 e 27 de abril.
 
Pacheco Pereira falou-nos sobre os variados alvos da Censura, durante os longos 48 anos do Estado Novo, dos mais óbvios aos mais inesperados, como é confirmado pelo título do primeiro núcleo organizador da Exposição - A CENSURA SOBRE TUDO, EM TODO O TEMPO, EM TODOS OS LUGARES: A MORDAÇA DE UM PAÍS. Informou sobre as diferentes formas de atuação da Censura e os diferentes organismos que a praticavam, deu exemplos, contou como se combatia, desde a negociação à resistência mais arriscada e clandestina.
Seguiu-se a visita, em total liberdade, como tinha que ser.

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E, NO ENTANTO, MOVE-SE

 

A frase que dá o título a esta atividade, dinamizada pela professora Rita Vaz nas suas três turmas do oitavo ano (A, B e D), foi atribuída, como é sabido, a Galileu. O astrónomo italiano tê-la-á murmurado após a retratação forçada da sua teoria heliocêntrica.
Mais de 400 anos depois, a perseguição a cientistas será coisa do passado? O progresso, a consagração dos direitos humanos, o acesso à informação garantem o reconhecimento da importância da investigação científica e de quem a desenvolve?
Falou-se, então, de Galileu e, como se impunha, escutou-se o belíssimo poema de António Gedeão, dito por Mário Viegas. A passagem para a atualidade apoiou-se na leitura de um artigo, com a divulgação dos resultados de um inquérito da revista “Nature”, revelador de que a frase de Galileu não é totalmente anacrónica, ou, mais precisamente, as circunstâncias que a provocaram.
Num segundo momento, um debate muito animado e muito participado, entre cientistas e seus oponentes, passou em revista teorias e opiniões, crenças e factos, focando-se essencialmente na Covid-19.
A avaliação, feita na hora, não podia ser mais positiva.
PARABÉNS à professora e aos seus alunos interessados e interessantes.

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DIA MUNDIAL DA POESIA DIA MUNDIAL DA POESIA, em vários dias

21 DE MARÇO, lembremo-lo, foi a data consignada na 30ª Conferência Geral da UNESCO, em 1999, como o Dia Mundial da Poesia. Visa comemorar “a diversidade do diálogo, a livre criação de ideias através das palavras, da criatividade e da inovação”.
Este ano, a festa foi para nós ensombrada pela morte de Gastão Cruz, ocorrida na véspera. Tirámos da estante os seus livros, expusemos poemas e fotografias, lembrando os dois encontros inesquecíveis com o poeta, ensaísta, professor.
E foi com a leitura de “Às vezes despedimo-nos tão cedo” e uma breve evocação do seu autor que iniciámos a primeira sessão de apresentação de poemas contemporâneos, realizada por alunos do 12º D. Começaram com Miguel Torga, Ruy Belo e Jorge de Sena, continuaram, na semana seguinte, com Sophia, Manuel Alegre, Alexandre O’Neill, Ramos Rosa. Seguem-se Vasco Graça Moura, Mia Couto, Ana Luísa Amaral, Nuno Júdice.
À tarde, a alegria do 7º B ocupou a Biblioteca. Acompanhados, e muito bem ensaiados, pela professora Ana Isabel Oliveira, leram coletivamente o belíssimo “Urgentemente”, de Eugénio de Andrade, dedicando o tempo que restava à desafiante experiência da escrita criativa.

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EÇA E O SEU TEMPO A Exposição agora patente no corredor de acesso à Biblioteca foi vista pela primeira vez há 22 anos, integrando-se nas Comemorações do Centenário da Morte de Eça de Queirós, que então levámos a cabo em parceria com o Grupo de Teatro “Intervalo”.
Como se conta no boletim A Páginas Tantas, “ A Exposição ‘Eça e o seu Tempo’ (…) é o resultado de uma iniciativa inédita, que congregou esforços num objectivo comum.” O ‘objectivo comum’ era o de oferecer uma perspetiva a mais alargada possível do dealbar do século XX, ‘os esforços congregados’ foram os dos diversos Departamentos que participaram na sua concretização, segundo desenho gráfico da professora Ana Cristina Marques.
Pode ser visitada até ao dia 31 de março.

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DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS DA MULHER

Com o pensamento em todas as mulheres atingidas pelas guerras, pela pobreza ou por qualquer outro tipo de violência, celebramos este dia 8 de Março.

Homenageamos mulheres escritoras, portuguesas e estrangeiras, contemporâneas e de outros séculos, poetas, romancistas, ensaístas.

Teimosamente com esperança.

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AMOR É

Primeiro leram, refletiram, trocaram opiniões, que isto de escrever sobre o amor não é coisa que se faça apressadamente, superficialmente.
Passaram então à escrita, ao tempo de escolha da palavra certa, da que mais se ajusta à ideia ou emoção que queremos exprimir. E foi seguramente com grande entusiasmo que o fizeram, sozinhos ou em grupo, em prosa ou verso, com toda a liberdade, os alunos do oitavo ano da professora Celeste Pires.
Finalmente, chega o momento de completar o ciclo com a leitura em voz alta, dando a conhecer os resultados, naquele difícil confronto com a exposição aos outros, em luta contra inseguranças e pudores.

Qualquer pretexto seria bom para esta atividade, serviu o Dia de S. Valentim.

PARABÉNS!

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CÁ DENTRO

Foram convidadas três turmas, cada qual em seu dia e durante dois tempos do respetivo horário, acompanhadas pelo professor de uma disciplina (10º D, Elvira Sacramento, 11º A, José António Pacheco e 11º H, Maria João Cortegaça), para que os alunos pudessem ser apresentados a um livro, à possibilidade de uma reflexão e de um debate sobre um dos temas desse livro, e ao desafio de escreverem, em grupos, uma história que revelasse a faculdade mental que o tema sugeria.

 O livro, Cá Dentro, (Planeta Tangerina) é um «guia para descobrir o cérebro», que, entre diferentes aptidões e faculdades da nossa vida interior, nos ensina em que consiste a criatividade. E «CRIATIVIDADE» era o tema. Desfazendo algumas ideias feitas sobre o que significa ser criativo, abrindo perspectivas inesperadas, ensaiando e discutindo percursos novos, aos alunos foi seguidamente proposto o exercício da invenção de uma narrativa, em que, criativamente, relacionassem vários objectos, previamente dados, que, ao primeiro olhar, nada ligava entre si. Houve textos riquíssimos, lidos aos outros grupos, na alegria do exercício da criatividade.      

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ÍNDICE MÉDIO DE FELICIDADE COM O 12ºE "Muitas fe-li-ci-da-des, muitos anos de vida..."
"Feliz Ano Novo!"
"... e viveram felizes para sempre."
"De acordo com alguns parâmetros, poderá definir-se o 'índice médio de felicidade'".
Proposto pela professora de Economia, o romance de David Machado foi lido na íntegra por alguns alunos, excertos escolhidos por outros e, da apresentação desas leituras gerou-se uma interessantíssima e muito participada discussão.
De que falamos, quando falamos de felicidade? Alguém é feliz? Felicidade é o mesmo que bem-estar? É mais ou menos feliz quem é mais culto, mais informado? Somos felizes sozinhos, existe felicidade sem solidariedade?
Tantas, tantas questões sem resposta certa ou errada. Muito bem, 12º E e professora Paula Santos, foi uma bela sessão, a que aconteceu na passada sexta-feira, no sítio do costume.

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CONCURSO NACIONAL DE LEITURA Estão apurados os seis alunos que irão representar a ESPJAL na próxima etapa do Concurso Nacional de Leitura.
Recorde-se que a primeira prova, realizada na Escola, foi este ano dedicado ao escritor Luís Sepúlveda, com os livros 'História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar', no Básico, e 'O Velho que Lia Romances de Amor', no Secundário.
Muitos parabéns a todos os participantes!
Boa Sorte aos selecionados:
- Pedro Alexandre Alfaro Neto, 7º B
- Miguel Amaral de Melo Costa Leitão, 9º E
- Rafael Ribeiro Santos, 9º E
- Hugo José Martins Freitas, 10º C
- Rúben Miguel Lopes Pereira - 10º B
- Carolina Paulo de Oliveira Pinto - 11º E
Nas fotos, registo da entrega dos Diplomas, pelos professores cujas aulas decorriam na hora do anúncio.

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CAMINHOS
 
A Biblioteca e o projeto aLer+ destacam de novo MIGRANTES E REFUGIADOS, prosseguindo o objectivo de impedir que sejam esquecidos os milhões de seres humanos em busca de uma sobrevivência cada vez mais dramática, cada vez mais difícil.
Há pouco mais de um ano, o romance Um Muro no Meio do Caminho, de Julieta Monginho, deu o título à exposição, com outras imagens e igual objectivo, que complementou o encontro com a escritora. Desse título vieram os CAMINHOS que designam o conjunto de iniciativas em que se insere a mostra agora apresentada.
EXPOSIÇÃO: os cartoons expostos foram escolhidos pelos alunos de duas turmas – 11º D e 12º D – que fizeram a sua leitura, em aulas onde o Português e a Educação para a Cidadania se cruzaram. ver +

COMEÇAR DE NOVO: a série televisiva de documentários realizada por Ricardo Espírito Santo mostrou-nos histórias de vidas que correram bem, que em Portugal encontraram abrigo e solidariedade. Num deles, projetado e comentado numa sessão que reuniu os alunos das turmas envolvidas, conhecemos o extraordinário caminho de FARID WALIZADEH. ver +

NO CAMINHO DE FARID: graças à professora Maria Machado, antigo elemento da equipa aLer+, que coordena um programa de apoio a atletas refugiados, no Comité Olímpico Português, recebemos, no dia 6 de dezembro, o pugilista afegão Farid Walidezah.
Foi distribuído aos participantes um desdobrável cujos textos fazem igualmente parte da Exposição. Podem ler-se AQUI.

ver +, ver + e também  ver no facebook aLer+ na ESPJAL

LEITURAS: no Dia Internacional dos Direitos Humanos, 10 de dezembro, uma pequena recolha de poesia e narrativa, enviada a todos os professores de Português para leitura nas aulas, assinalou a data.

INSTALAÇÃO: intervenção plástica composta por sólidos que ocupam um espaço tridimensional (Geometria Descritiva, 11ºD; a concluir no 2º semestre).
 

     
RODA DE LIVROS

Há anos que esta roda não rodava tantas vezes!

Talvez pela dinâmica criada pelas MONTRAS DE LIVROS e pelos 10 MINUTOS DE LEITURA, seguramente pelo envolvimento das professoras de Português, o certo é que se distribuíram por diversas sessões, até que todos os leitores tivessem voz, as RODAS DE LIVROS do 1º semestre: os alunos do 7º A e E, do 8º A, B e D, do 10º B e C, do 12º D e G, acompanhados pelas professoras Celeste Pires, Maria João Lima e Paula Fonseca, apresentaram com notável desenvoltura um vasto e variado conjunto de títulos.  
 

RODA DE LIVROS do 7º ano - ver +
RODA DE LIVROS do 8º ano - ver +
RODA DE LIVROS do 10º ano - ver +
RODA DE LIVROS do 12º ano - ver +

     
   
     
UM DEUS PASSEANDO PELA BRISA DA TARDE
Leituras partilhadas

A propósito do estudo da civilização romana, e renovando a experiência bem sucedida em anos anteriores, a professora Adélia Simas proporcionou de novo aos alunos das turmas do 10º ano da área de Humanidades a descoberta de UM DEUS PASSEANDO PELA BRISA DA TARDE, o extraordinário e premiadíssimo romance de Mário de Carvalho (Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores 1995, Prémio Fernando Namora, Prémio Pégaso de Literatura, EUA, Prémio Literário Giuseppe Acerbi, Itália).

Cada aluno começou por ler e apresentar um capítulo, sendo a sequencialização da narrativa reconstituída e debatida no final, quando todas as peças do puzzle se encaixam. Feita a apresentação do escritor e do livro, ficou aberto o caminho para a leitura integral.

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PARAR PARA LER Em todos os espaços de todas as escolas do Agrupamento, 50 min. dedicados à leitura por prazer.
Há já doze anos, no Mês Internacional das Bibliotecas Escolares, o "Parar para Ler" assinala simbolicamente o envolvimento da direção, dos professores, dos funcionários e dos alunos, numa responsabilização coletiva (e não apenas dos diretores de turma ou dos professores de Português) para que, nas salas de aula ou fora delas, seja dedicado esse tempo à leitura dos livros escolhidos por cada um, com o grande objetivo de estimular o gosto de ler, para tal convocando toda a comunidade educativa.
Desta vez, foi no dia 25 de outubro.

Nota: na página da Escola, foram publicados dois textos (ver abaixo), os cinco primeiros capítulos da História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luís Sepúlveda (para o básico), e o conto de Elisa Costa Pinto (para o Secundário), como alternativas de leitura.
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Não tens livro para ler?

Ensino básico:
História de uma gaivota
Ensino Secundário:
Conto - O círculo da fala

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DIA MUNDIAL DA MÚSICA

DIA MUNDIAL DA MÚSICA - Pequena Antologia Literária

No dia 1 de outubro, enviámos aos professores de Português uma breve antologia de textos literários sobre música, para leituras em voz alta – poemas de Camilo Pessanha, Fernando Pessoa, Jorge de Sena, José Gomes Ferreira, Vergílio Ferreira, Sophia de Mello Breyner, Eugénio de Andrade e o conto “A Harpa”, de Manuel da Fonseca, foram os escolhidos.

 
   
OUTUBRO: MÊS DAS BIBLIOTECAS MONTRA DE LIVROS
Não exclusivas de Outubro, embora muitas tenham lugar no Mês Internacional das Bibliotecas Escolares, as “Montras de Livros” apresentam novidades e lembram clássicos, fazem sair das estantes e andarem de mão em mão muitos títulos que seria pena passarem despercebidos.
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RECOMEÇAR
As turmas do 10º ano são também convidadas a participar nas sessões de apresentação da Biblioteca aos novos alunos, e de recomeço das atividades, para os que já frequentavam a ESPJAL no 3º ciclo.
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INÍCIO DE CONVERSA
Em cada novo ano, a celebração do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares coincide com as boas-vindas aos novos alunos da ESPJAL.
Apresentamos a Biblioteca, conversamos sobre livros e leituras, divulgamos o projeto aLer+.
Como bons anfitriões, pomos a mesa para os convidados, com muitas e variadas iguarias.
Bom proveito!
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